Renata Batata

Moda, customização, beleza e bem-estar

Delhi em São Paulo 27/11/2009

Ganhei de aniversário do UOL um almoço no restaurante indiano Delhi Palace. Acho essas ações de marketing bem legais porque acredito que de outra forma não iria para o restaurante. Adoro comida indiana e frequento muito o Tandoor mas sempre ouvi falar que o Delhi Palace era caro, coisa e tal. Antes que pensem que eu ganhei para escrever este post, já vou falando que não faço jabá e só falo do que provei e aprovei!

 

 

Tudo bem, a média por pessoa é R$60, mas… vale cada centavo! Pra começar, difícil não notar a fachada indiana no meio de uma das avenidas mais movimentadas de SP! Por dentro, o restaurante é lindamente decorado, um ambiente bem típico. Tem um teto alto e é bem ventilado, tem dois andares e muitas mesas. Engraçada a sensação: quando se pisa lá dentro, dá mesmo a impressão de ter ido para a Índia! Uma tv enorme passa vídeos de música indiana a um volume agradável e os garçons estão vestidos à carater.  Fica vizinho a uma loja de artigos indianos como roupas, peças de decoração e mobiliário.

 

 

 

 

Começamos com o couvert: pão naan (pão finíssimo feito no forno tandoor), molhos indianos (chutneys) e samosas. E, claro, lassi, a bebida batida com iogurte que se torna indispensável na refeição, para acalmar o forte tempero à base de páprica picante, garam massala e pimenta.

 

   

 

O tempero estava suave e marcante, os molhos todos uma delícia! Só tem que tomar cuidado com esse molho de pimenta bem no meio… não é para iniciantes! O chutney de maçã é um sonho de tão bom! O lassi veio geladinho…

Eu escolhi o Saag Jhinga, um prato de camarões grandes ao molho curry com espinafre, e seu George escolheu o Forbidden Luxury, medalhões de filé mignon com molho de maçã e champignon, cozidos no creme de leite. Pra acompanhar, Alu Paratha, pão indiano com recheio de purê de batata, cebola e coentro fresco.

 

 

 

A comida estava tão deliciosa que não sobrou espaço pra sobremesa. Infelizmente, porque opções não faltavam…

Então, se você quiser fazer alguma coisa diferente neste final de semana, eu recomendo! E se você não estiver em São Paulo ou no Brasil, tente fazer alguma coisa nova, comer um sabor que nunca experimentou antes, vestir uma roupa que faz tempo que enfeita o armário!

 

 Divirta-se!

 

 

 

Aaja Nachle significa “Venha Dançar!” :D

 

 

Musiquinhas pra namorar… 13/11/2009

Arquivado em: Arte, beleza, vintage, world music — renatabatata @ 8:00 am
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… sem mais nada a acrescentar…

 

 

 

 

 

 

 

Musiquinhas boas pra fechar a semana… 25/09/2009

Pra sonhar…

 

 

 

Pra ver, ouvir e sonhar 07/08/2009

Trilha sonora do fim de semana, não necessariamente nessa ordem…

 

 

 

(essa o Verson me lembrou e eu adorei)

 

 

 

 

 

Michael Jackson – 1958-2009 26/06/2009

Arquivado em: Reflexão, evento, world music — renatabatata @ 7:14 pm
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Normal nunca foi uma palavra adequada para Michael Jackson. Desde pequenino, asombrava a todos com sua voz suingada e sua alegria ao cantar. Contagiante. Nada normal. Quando dançava, então, era sobrenatural. Inventou o break-dance, criou passos e giros até hoje difíceis de imitar. Sua música juntava o soul, o black, o dance, o pop e até o rock. Ele mudou a história dos vídeo clipes e transformou o show numa performance. Quando penso em Michael, penso em música e dança, em ombreiras e brilhos. Ele não seguia tendência, não se deixava influenciar. Ele influenciava, ele era autêntico, inconfundível. Deixa pra lá esses problemas que eram só dele. Com a gente, ele dividiu o que tinha de melhor.

 

Goodnight, sweet prince. Na verdade, você sempre será o Rei do Pop.

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Veja outros vídeos de Michael Jackson no canal exclusivo do You Tube: http://www.youtube.com/michaeljackson

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crédito da foto

 

Pequena Resenha Gastronômica 28/05/2009

Uma das melhores coisas de morar em São Paulo é ter a oportunidade de comer em bons restaurantes. Como a concorrência é braba, o público exigente e a cidade enorme, muitos restaurantes bons acabam sendo baratos e servindo porções fartas, o que é interessantíssimo para nós!

Um dos meus preferidos é um que fica aqui na Vila Madalena, o Cordel. Especializado em comida nordestina, tem um ambiente super gostoso, arejado e colorido, decoração esmerada e bem-humorada (os menus são cartões arrematados com chita) e atendimento atencioso. Já fui várias vezes, mas o imperdível mesmo é o almoço executivo (de segunda a sexta) que custa apenas R$14,90 e as sobremesas de-li-ci-o-sas!

 

Olha as fotos:

 

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Entrada: salada e bolinho de macaxera

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Peixe à milanesa, com purê de banana

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Pra acompanhar tudo, pimenta biquinho

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Arroz, feijão e farofa

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 Filé de Tilápia na manteiga, acompanhado de batata rústica

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Bolo quente de nozes com sorvete de nata

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Torta morna de banana com sorvete de creme

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Bombinha de castanhas

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Tapioca

 

E lá, também, você pode comprar livrinhos de cordel.  A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome que vem lá de Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, herdamos o nome (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores. (fonte: Wikipedia)

 

fonte: http://www.portalibahia.com.br/

fonte: http://www.portalibahia.com.br/

  Livrinhos de cordel pendurados no varal.

 

fonte: www.diaadiaeducacao.pr.gov.br

fonte: www.diaadiaeducacao.pr.gov.br

 Xilogravura de tema recorrente de cordel

 

E pra entrar no clima, tem que ouvir um repente! Olha que genial: os violeiros poetas recebem um tema e fazem uma música na hora! É lindo!!! Assista…