Renata Batata

Moda, customização, beleza e bem-estar

Tendencinhas no brechó – Jeans 15/07/2010

Se tem uma coisa que é eterna é o bom e velho jeans. Muda um pouco o corte, a lavagem, mas algumas peças são eternas e ótimos investimentos. Eternidade e bom investimento rima com brechó!

A Elle e a Marie Clare americanas estão ressuscitando o estilo grunge (que para muitos sempre foi um estilo e não uma moda) e colocando as camisas jeans perto do xadrez e dos tênis. Outro jeito legal de usar é meio faroeste, substituindo o tênis por uma bota e uma peça imitando couro. Mas cuidado pra não cair na caricatura! E tem sempre o bom e velho jeans roqueiro, aparecendo nesta estação com os onipresentes shortinhos desfiados, com meia ou não, acompanhados quase sempre com a consagrada biker de couro:

 

 

Fotos do Festival de Glastonbury, no site da Elle: rocker e grunge

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D&G adorou brincar de faroeste urbano na temporada 2010 e misturou muito couro com jeans. A camisa à direita pode ser uma boa ideia de customização.

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Agora repara bem na camisa jeans aí em cima e nesta aqui embaixo:

São quase gêmeas! Essa, da Costume, está por R$15 no Brechó Peça Única, em São Paulo (Rua Arthur de Azevedo, 1516 – Tel.: 3086-3827)

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Esse blazer jeans DKNY tem um corte acinturadinho e uma lavagem bem bonita. R$59, também no Peça Única.

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A Revista Criativa desse mês traz um super especial sobre o tema, com mil fotos, dicas e fotos de gente na rua usando o jeans do dia a dia. No site da revista, também um guia de como comprar o jeans ideal para o seu tipo de corpo.

 

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E já que a gente tá falando tanto de jeans, que tal jeans com jeans? Eu sei que muita gente torce o nariz, mas aqui vão algumas dicas da editora de moda da Elle pra não errar:

 

Traduzindo:

  • O segredo está na lavagem: combine uma camisa com uma lavagem média com calças um pouquinho mais escuras.
  • Dê uma quebrada com um cinto de couro ou camurça.
  • Simplifique: evite jeans com lavagens tipo tie-dye, muito desbotada com marcas de tinta escorrida ou estampada.
  • Acessórios como sandálias de couro e mini-bolsa carteiro te deixam pronta!

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No Chic, da Glória Kalil, tem um ‘manual’ do jeans do inverno 2010. Passa lá! 

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E pra quem ainda acha que não dá pra ser chique usando jeans, olha só o que o Sartorialist achou:

 

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E o detalhe desfiadinho no macacão jeans Celine no Jak & Jil Blog:

 

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Lindo… E ‘bora pro brechó! :D

 

 

“A moda não perde seus direitos” 02/07/2010

“Paradoxalmente, na Grã-Bretanha e na França, a guerra não fez desaparecer a moda, pelo contrário, estimulou novas expressões. Paris, especialmente, a despeito da Ocupação, pôde permanecer na vanguarda da moda, a da alta-costura, mas também daquele de um cotidiano a inventar com o que se tinha à mão. Houve uma moda bicicleta e mesmo uma moda bicicleta-táxi, como houve uma moda para entrar na fila (moda de verão e moda de inverno, certamente). Houve uma moda “zazu”: “As mulheres escondem sob pelos de animais uma blusa de gola redonda e uma saia plissada muito curta; seus ombros exageradamente carregados constrastam com os dos homens que os usam pendentes; longos cabelos descem em volutas em seu pescoço; suas meias são rajadas, seus calçados são baixos e pesados, elas carregam um grande guarda-chuva que, faça o tempo que fizer, permanece obstinadamente fechado” (L’Illustration de 23 de março de 1943).

Logo, toda mulher é convidada a criar seu próprio modelo de roupa ou capa, pronta para retalhar velhos trajes de homem, afirmando assim sua originalidade e sua capacidade de invenção. Mas Le Figaro aconselha sabiamente suas leitoras: com a condição “de não ser demasiado marcadas pela moda do momento, de maneira a poder sobreviver a ele”.

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Maio de 1940, em Londres. Falsas meias pintadas e falsas costuras desenhadas pelas elegantes que não podiam sair com as pernas desnudas.

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Moda de 1939: máscara de gás e ampla capa do costureiro Robert Piguet

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O quase desaparecimento do couro está na base dos calçados de sola de madeira, que logo se tornam verdadeira moda, com modelos cada vez mais audaciosos.

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Texto e fotos retirados do livro “As Mulheres na Guerra – 1939-1945, de Claude Quétel, Editora Larousse.

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Peças Rápidas e Fáceis de Tricotar – Pequenos Mimos 14/06/2010

Gosto muito de tricotar peças que tem uma modelagem mais democrática e podem ser usadas de vários jeitos. Geralmente peças pequenas, o que as torna rápidas de tricotar. Usando as novas lãs bem trabalhadas, não precisa nem inventar muitos pontos. Mas, se quiser, as tranças estão super em alta. SALVO QUANDO EU MOSTRAR, ESSAS PEÇAS NÃO TÊM RECEITA. Eu explico como fiz cada uma porque também não tive receita para elaborá-las. São pequenas peças perfeitas pra meia-estação ou pro inverno dos que não tem inverno! ;)

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CAPINHA

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Essa capinha é o seguinte: dois retângulos do mesmo comprimento e de larguras diferentes. O mais largo é trabalhado com o ponto turco (1 tricô, 1 laçada, 2 pontos juntos em tricô), começando e terminando a carreira com 10 pontos tricô. O segundo retângulo tem o mesmo comprimento e metade da largura e é todo feito em cordões de tricô. No arremate, sobre a costura dos 2 retângulos (a costura tem 1 terço do comprimento, sobre o centro da peça), um babadinho feito assim: são 8 carreiras em tricô, mas você começa, por exemplo, com 10 pontos e, a cada carreira, dobra o número de pontos, fazendo 1 tricô, 1 aumento, até o final da carreira. Pra saber com quantos pontos você vai começar, faça uma amostra pra ver o tamanho que você quer. O fio é 100% vintage, original dos anos 70, que minha mãe comprou antes de eu nascer. Que delícia tricotar um fio carregado de tanta história e guardado com tanto carinho.

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GOLINHA/PELERINE/PALA

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Essa peça é uma graça e fica bem pra todo mundo: dá pra usar por cima de vestidos, golas, camisas e até camisetas. Esse fio também é original dos anos 70 mas ainda é vendido. Ele se chama Club e é da Pingouin. É um clássico que pode ser encontrado na maioria dos armarinhos. Essa pelerine/gola usa a famosa técnica das carreiras invertidas, que são muito divertidas de fazer! Pra facilitar a contagem e poder fazer tricô vendo TV sem errar a receita, use um daqueles aneis marcadores de carreira japoneses. O negócio funciona mesmo! Tem pra vender no site da Aslan. E essa peça TEM RECEITA AQUI.

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XALE/CACHECOL/GOLA

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Coisa mais fácil do mundo: faz de conta que você vai fazer um cachecol mas coloca uma quantidade de pontos um pouquinho maior na agulha, pra ficar mais larguinho. Quando acabar de tricotar a tira, costure as duas pontas e pronto! Dá pra usar dos dois jeitos, como dá pra ver. Usei um fio que também já saiu de linha (eu compro muuuito antes pra fazer muuuito depois!) que é parecido com o Passion da Cisne mas tem umas bolinhas coloridas dentro, muito lindo.

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BOLERINHO/CACHECOL

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É praticamente a minha receita fácil de bolerinho de tricô, só que de mangas curtas, como este aqui. Colocando uma manga dentro da outra, ele vira um cachecol/gola. Usei apenas um novelo da Passion e tricotei com agulhas n.7.

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BOAS TRICOTADAS! :D

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Marilyn Monroe completaria hoje 84 anos 01/06/2010

Filed under: beleza,cinema,mulher,vintage — renatabatata @ 8:00 am
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por Veronica Schneider, redação ONNE*

*Reprodução revisada do artigo e fotos do site MSN ONNE.


 

Hoje, 1º de junho, se estivesse viva, Norma Jean Baker completaria 84 anos. Talvez você não conheça a figura dona deste nome, mas certamente sabe quem é Marilyn Monroe, nome artístico que a fez conhecida pelo mundo todo.

A musa passou por vários casamentos, casos amorosos e inúmeros escândalos em sua carreira, mas, ainda assim, se mantém há décadas como sinônimo de beleza, sensualidade e glamour.

Para homenagear este ícone do cinema, ONNE traz uma retrospectiva da história de Marilyn Monroe. Fique por dentro da vida da diva!

Em 1º de junho de 1926 nascia em Los Angeles Norma Jean Baker, filha de Gladys Pearl Baker e de pai desconhecido. Sua mãe trabalhava como editora de filmes, mas problemas psicológicos a impediram de permanecer no emprego e ela foi levada para uma instituição para pessoas com problemas mentais.

Norma Jean passou grande parte de sua infância em orfanatos até aos 11 anos mudou-se para a casa de Grace Mckee Goddard, amiga da família. Em 1942, a família Goddard foi transferida para a costa Leste americana e não tinha condições financeiras para levar a garota. Na época com 16 anos, Marilyn tinha duas opções: voltar para o orfanato ou se casar.

No dia 19 de julho de 1942, ela se casou com Jimmy Dougherty, de 21 anos, com quem estava namorando havia seis meses. Foram dois anos de um casamento feliz, até que, em 1944, Jimmy também foi transferido, só que para o Pacífico Sul, quando entrou para a marinha.

Após a partida de seu marido, Norma Jean começou a trabalhar na fábrica Radio Plane Munition, em Burbank, na Califórnia. Lá, foi descoberta pelo fotógrafo Davis Conover, que a convidou para posar como modelo. Assim, em 1946, ela se tornou uma modelo respeitada, estampou capas de diversas revistas e começou a estudar teatro, sonhando com o estrelato. Porém, Jimmy Dougherty retornou para a Califórnia no mesmo ano, e reprovava o trabalho da esposa. Norma Jean teve que fazer outra escolha, dessa vez entre seu casamento e sua carreira. Ela pediu o divórcio e assinou um contrato com a Twentieth Century Fox.

Marilyn Monroe no filme “Os Homens Preferem as Loiras”
 

Em 1947, tingiu o cabelo de loiro e se transformou em Marilyn Monroe (sobrenome de sua avó) e assim começava a gravar seu nome na história.

O primeiro papel de Marilyn em um filme foi a participação em “The Shocking Miss Pilgrim”. Fez pequenas atuações até 1950, quando seu papel como Claudia Caswell em “All About Eve”, filme que estrelou Bette Davis, lhe rendeu muitos elogios. A partir daí, interpretou personagens cada vez mais importantes.

O sucesso de Marilyn no filme “Niagara”, que a tornou estrela de fato, proporcionou os papéis principais em “Os Homens Preferem as Loiras” e “Como Agarrar um Milionário”. A revista Photoplay votou em Marilyn como melhor atriz iniciante de 1953, e aos 27 anos de idade, ela era sem dúvida a loira mais amada de Hollywood.

No dia 14 de janeiro de 1954, Marilyn se casou com o jogador de baseball Joe DiMaggio, em São Francisco, Califórnia. Mas a fama e a figura sensual de Marilyn se tornaram um problema em seu casamento, que terminou nove meses depois.

Em 1955, Marilyn queria se livrar da imagem de furacão loiro. Para isso, mudou-se de Hollywood para Nova York para estudar na escola de atores de Lee Strasberg, onde conheceu o dramaturgo Arthur Miller, com quem se casou em 1956.

No mesmo ano, Marilyn abriu sua própria produtora, a Marilyn Monroe Productions. A empresa produziu “O Príncipe Encantado” e “Nunca Fui Santa”. Esses dois filmes serviram para mostrar seu talento e versatilidade como atriz e lhe trouxeram elogios da crítica.

Com sua personagem na comédia musical “Quanto Mais Quente Melhor”, de 1959, ela ganhou o Globo de Ouro como Melhor Atriz na categoria Comédia. Mesmo no auge de seu sucesso, Marilyn começou a ter problemas com drogas, álcool e com seu marido.

Marilyn Monroe no filme “O Pecado Mora Ao Lado”
 

Depois de dois abortos e um caso com o ator italiano Yves Montand, seu casamento com Arthur Miller chegou ao fim. Mas o escritor deixou para a loira o papel principal em “Os Desajustados”, último filme completo de Marilyn.

No Golden Globe de 1962, Marilyn foi nomeada a personalidade feminina favorita de todo cinema mundial, mas poucas semanas depois foi cortada do elenco de “Something’s Gotta Give” por atrasos frequentes e uso de drogas.

Na manhã do dia 5 de agosto do mesmo ano, aos 36 anos, Marilyn faleceu enquanto dormia em sua casa em Brentwood, Califórnia. A notícia chocou o mundo todo, e inúmeros boatos da causa de sua morte foram explorados pela mídia, inclusive o de que ela teria sido morta por interesses do FBI. Mas a versão oficial foi a de que Marilyn teria tido uma overdose.

No dia 8 de agosto de 1962, seu corpo foi velado no Corridor of Memories, nº 24, no Westwood Memorial Park em Los Angeles, Califórnia.

Durante sua carreira, Marilyn atuou em 30 filmes, sendo o mais marcante “O Pecado Mora Ao Lado”, de 1955, que traz a famosa cena de seu vestido branco esvoaçante.

Mais do que uma estrela, foi um marco na história do cinema. A popularidade da diva ultrapassou as barreiras do tempo e está presente até hoje como figura pop.

 
Curiosidades:

Em 1999, Marilyn foi votada a mulher mais sensual do século 20 pela revista Playboy.

Em 1999, Marilyn foi votada a mulher mais sexy do mundo pela “People´s Magazine”.

Em 2009 a sepultura ao lado do túmulo de Marilyn foi leiloada por uma viúva para pagar a hipoteca da casa, pelo valor de 4,6 milhões de dólares.

Hugh Hefner, criador da revista Playboy, também garantiu seu lugar próximo à estrela. Mas o empresário de 84 anos adquiriu seu túmulo por um preço mais em conta: US$ 75 mil, em 1992.

 

Eu tenho vários livros e biografias da Marilyn. Sou fã mesmo. E pensar que praticamente começou com ela essa história da celebridade sem privacidade. Alguns limites foram ultrapassados com ela. Mais algumas curiosidades:


 

 

  • Marilyn era obcecada pelos seus dentes perfeitos: ia ao dentista toda semana;
  • Durante as filmagens de “O Pecado Mora ao Lado” começou a tomar, pela primeira vez na vida, remédios contra a depressão;
  • Sim, ela fez teste do sofá, numa época em que isso era considerado “normal”;
  • Seu único amor foi Joe DiMaggio, conforme ela declarou numa entrevista poucos meses antes de morrer;
  • Ela fumou maconha e usou drogas pesadas, mas nunca se considerou “viciada”;
  • Durante as fimagens de “Os Desajustados” ficou com tanta pena de um cavalo usado numa cena que retrata a captura de um cavalo selvagem (o cavalo não se machucou, mas no filme parece que sim) que desatou a chorar e a gritar fora do script. Sua atuação ficou tão espontânea e verdadeira que a cena foi para a montagem final e é a que vemos no filme hoje.

 

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Teen in the 80′s 25/05/2010

Filed under: Bem-estar,cultura,maquiagem,música,moda,mulher,vintage — renatabatata @ 8:00 am
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Eu vivi os anos 80. Como diz meu pai, o que para alguns é história, pra mim é memória! E digo que não havia nada mais perigoso em termos de look do que ser adolescente nos anos 80. Era cabelón, cintura altíssima, saia justérrima, calça baggy e por aí vai. Mas existem coisas que sempre me fazem lembrar dessa época com carinho especial.

Uma delas é a música. Algumas coisas realmente ficaram. Bon Jovi é uma delas. Aquele Bon Jovi, com cabelo de poodle selvagem, calças mais justas que Deus, ombreiras gigantes, muito brilho e muito sex appeal. Imagine o que uma imagem dessas não causa na cabeça de uma menina de 13 anos, minha idade na época do lançamento de Born to be my baby. O toque folk das músicas de Slippery when wet, até hoje meu álbum mais querido, é de arrepiar. A trilha sonora de Jovens Pistoleiros também marcou época. As letras realmente diziam alguma coisa, eram poesia pura.

Sempre que tenho saudade do vigor e da vontade de vencer, eu me lembro da frase de Living on a Prayer, do mesmo álbum: “We’re half way there” – Estamos quase lá. E aquela corridinha que o Jon sempre dava nos palcos, incansável, com a voz absolutamente irretocável. Naquela época era no gogó, nada de playback! Pra guardar no coração.

 

Olha que tudo a jaqueta tipo Balmain do David (sim, eu sei os nomes), as tachas, correntes, ombreiras e wet leggings!

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Comecinho da década: montação com cores e estampas. Rolava até make!

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Posso falar? Ele tava muito mais bonito assim do que trabalhado na chapinha como tá agora.

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Que época boa… Pra relembrar, passa no canal Jon Bon Jovi no Vevo pra assistir tudo em alta resolução.

Still de Wanted Dead or Alive, uma das melhores (se não a melhor) músicas de todos os tempos do Bon Jovi.

 

 

Liberty por aí… 21/05/2010

Nos blogs de street style, a gente encontra lições pra sempre de misturinhas boas e ideias pra atualizar um revival, como o caso da estampa liberty. Depois que eu mostrei aqui o que dá pra encontrar de legal num brechó, olha o que dá pra fazer:

 

 

Essa menina é linda! Adoro como ela combina estampas tão delicadas com o preto rock’n'roll! Daqui

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Mistura de estampas para as corajosas! Do Sartorialist

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Sally Jane sempre dando uma aula de atualização de peças vintage.

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E a Sally também vende peças garimpadas por ela. E algumas clientes mandam fotos com looks montados com as peças. Repare na sandália com meia (ui, não sei se eu gosto…) e na mistura de estampas com a sainha liberty.

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Do blog da Sally também veio o link dessa marca espanhola, a Masscob. De novo a estampa liberty com preto.

 

 

E aqui no Brasil, as camisas da coleção de outono/inverno 2010 da Richards. Adorei a combinação com as listas na foto de cima e com o colete tie dye embaixo. Percebe que nem é tão combinadinho assim, né? Esses são bem parecidos com o meu bolerinho.

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E do blog da Mimi mas uma imagem vintage pra inspirar! Da Vogue 1961.

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Vamos nos jogar na estampa liberty? :D

 

 

 
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