… os cachecóis, os casacos e as meias de lã. O inverno chegou.
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A atriz Glória Pires, que está de volta às telonas no filme “É proibido fumar”, conversou com a equipe “Sem Tabaco, 100% Fashion” sobre sua experiência pessoal com o cigarro. Glória parou de fumar há 10 anos e, para interpretar a professora de violão solteirona Baby, usou cigarros sem nocotina para não correr o risco de recair.
“O que mais me agrada na experiência de ter parado de fumar é a sensação de liberdade, de não estar presa e dependente do cigarro. Além disso, tenho mais fôlego, mais disposição, sono e apetite melhor. A consciência de que o cigarro não me fazia bem, embora eu gostasse, foi tudo. Durante as filmagens não sofri, a não ser com a fumaça, que sempre foi desagradável para mim, mesmo quando era fumante. Sempre que me lembro que fumava, reafirmo o desejo de não recair.”
MAIS SOBRE O FILME
Baby (Gloria Pires) é uma professora de violão solteirona e solitária, que só encontra conforto no velho companheiro: o cigarro. Até que conhece Max (Paulo Miklos), um músico que ganha a vida como cantor de churrascaria. O casal se dá bem e Max só tem uma ressalva: será que dava para ela parar de fumar? “O cigarro parece meu amigo, mas é meu inimigo” vira o novo lema da professora de violão.
Imagine que sua casa foi invadida por uma lama preta, oleosa e fedida.
Imagine seu corpo imundo e você ser incapaz de limpá-lo para sentir-se confortável.
Imagine que o seu alimento mudou de cor e de gosto e tornou-se insuportável.
Imagine que você está cansado e não consegue mais encontrar o lugar onde costumava descansar.
Imagine que você está com frio, com fome, desconfortável e com uma incontrolável falta de ar.
Imagine que você não entende porque se sente assim.
Imagine que você nem sabe como sua vida é importante.
Imagine que quem tem o poder de tirar ou manter a sua vida simplesmente não aparece.
Não é horrível?
Durante o mês de maio, vamos publicar posts sobre como o cigarro faz mal e não é nada chique. Isso porque aderimos ao “Sem Tabaco, 100% Fashion”, uma campanha que usa a moda para mostrar que o tabaco não tem nada a ver com beleza e bem-estar.
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Por incrível que pareça, o pessoal que criou este movimento não é da moda e até resistiu um pouco para entrar nesse universo. Mas, depois de sete anos, os médicos do Centro de Câncer de Brasília reconhecem: difundir uma campanha antitabagista de um jeito fashion dá muito certo, especialmente quando o foco são os adolescentes e as mulheres.
Cá para nós, dizer que o tabaco mata não é novidade e nem funciona para estimular as pessoas a não fumar. Um estudo feito por psicólogos nos EUA, Suíça e Alemanha mostrou que mensagens como “fumar deixa você menos atraente” ou “o fumo afeta as pessoas próximas a você” são muito mais eficientes. Fica a dica quando você tiver o impulso de “puxar a orelha” de um amigo fumante: isso é chato e não funciona!
Foi com essa ideia que o oncologista Murilo Buso, comandante deste movimento que une moda e antitabagismo no Brasil, recebeu o apoio de estilistas do porte de Walter Rodrigues (SP), Luiza Marcier (RJ) e Kumiko Watari (Londres). Os fashionistas emprestam o talento e o glam ao criar camisetas para a campanha. E o melhor: 100% do dinheiro arrecadado com as vendas são revertidos a entidades que cuidam de pacientes carentes.
A campanha nasceu em Brasília, em 2003, e este ano conquistou Paris junto com um time da primeira linha da indústria francesa da moda. O estilista Ilan Delouis, da marca Faith Connexion – que veste Madonna, Lindsay Lohan e Paris Hilton – assina a T-shirt 2010.
Aproveitando as paisagens da Cidade Luz, o fotógrafo Chris Carolina clicou a camiseta num editorial belíssimo. A T-shirt 2010 só vai ser lançada em 31 de maio, Dia Mundial Sem Tabaco. Mas nesta quinta-feira, dia 13, nossa rede de blogueiros já recebe um aperitivo do ensaio. Ficou curioso? Aguarde nossos novos posts…
Parece impossível que uma coisa dessas ainda aconteça. Parece impossível que as pessoas ainda lavem a calçada com mangueira durante horas e peguem o carro pra ir até a esquina, o mesmo carro que anda com o petróleo que está sendo derramado na água onde vivem milhares de seres e que vai chegar na praia. Parece mentira que ninguém pensa nisso. No dia das crianças no Japão, uma tradição pede que se pendurem carpas para elas, para que cresçam grandes e lindas como esses peixes cheios de cores. Os peixes estão morrendo, o mundo está pedindo socorro… em que mundo essas crianças vão viver? Do que mais a gente precisa pra mudar nossos hábitos e perceber o que é realmente importante e necessário?
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Imagine Paris sem a iluminação da Torre Eiffel e o Portão de Brandenburgo, em Berlim, totalmente no escuro. Ainda pense na esfinge e as pirâmides do Cairo; a Fontana di Trevi, em Roma; a ponte Golden Gate em São Francisco; a Catedral de Lima; a estátua de Alexandre O Grande, na Grécia; a Cidade Proibida, em Beijing; o Forte Vermelho, na Índia e o segundo maior prédio do mundo, Taipei 101, em Taiwan, todos apagados.
Pois no dia 27 de março, é isso que vai acontecer: o cenário das cidades ao redor do mundo será bem diferente do que o usual. Das 20h30 às 21h30, 2.383 cidades em 117 países participarão da Hora do Planeta 2010 e irão desligar as luzes de seus monumentos mais conhecidos e maiores construções para mostrar a preocupação com as mudanças climáticas e a degradação ambiental. No total, serão 812 ícones sem luz.
As três cidades situadas mais ao norte no globo, Murmank (Russia), Hammerfest (Noruega) e NuuK (Groelândia), e as três mais ao sul, Hobart (Austrália), Ushuaia (Argentina) e Queenstown, na Nova Zelândia, também estão engajadas na Hora do Planeta 2010 e levarão o movimento literalmente de norte a sul da Terra. E vai ser inclusive na Nova Zelândia que o movimento global irá começar. Pelo fuso horário, as Ilhas Chatham serão o primeiro local a apagar suas luzes.
No Brasil, até o momento, 145 monumentos e locais públicos serão apagados. A falta de iluminação no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; na Ponte Estaiada, em São Paulo; no Palácio de Cristal, em Curitiba; no Palácio Dante Martins de Oliveira, em Cuiabá; no Palácio Rio Branco, em Rio Branco; no Arco da Praça Portugal, em Fortaleza; passarão aos brasileiros o recado da necessidade de conter o desmatamento e proteger os ecossistemas terrestres e aquáticos e a biodiversidade do nosso país.
A cinco dias da noite do evento, a Hora do Planeta no Brasil, que é liderada pelo WWF-Brasil, tem o apoio de 42 cidades – das quais 11 são capitais e representam todas as regiões -, de dois governos estaduais – Acre e Minas Gerais -, de 1.328 empresas e 226 organizações, além dos patrocinadores Coca-Cola Brasil, TIM, Walmart e HSBC. A construtora Rossi também está financiando a iniciativa.
Realizada pela primeira vez em 2007, em Sidney, na Austrália, a Hora do Planeta 2010 superou todos os recordes de adesões dos anos anteriores e tem se espalhado ainda mais pelo mundo. 33 países, entre eles o Nepal, Mongólia, Arábia Saudita, Nigéria, Paraguai, Uruguai e Marrocos, participam pela primeira vez e levam a mensagem de preservação do planeta a novas regiões.
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Participe você também. Cadastre-se e saiba como aderir e divulgar a Hora do Planeta 2010:
Site oficial e cadastro: www.horadoplaneta.org.br
Kit de mobilização: www.horadoplaneta.org.br/divulgue.php
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O texto acima foi retirado do site do WWF