“The sweetest thing…”

 

“… that only was a cat”.

 

“A maior doçura do mundo era apenas um gato”. Esse poema reflete muito bem o que eu penso dessas criaturas independentes, inteligentes e, sobretudo, fofas. Gosto muito de cachorros também, mas gatos são especiais por viverem uma vida só deles, uma vida em segredo, que não compartilham conosco. Quem nunca conviveu com um gato talvez não saiba como pode ser especial aquele momento que ele/ela vem te receber quando você chega em casa, quase ‘como um cachorro’. Aquele ronronar aconchegante quando ele/ela se enrola quentinho no seu colo. A lição de tolerância e liberdade que o gato dá quando sinaliza que quer ficar sozinho, sem toques nem carinhos. Ter gatos é aprender a conviver e eles ensinam até mesmo a suportar o inesperado que vem de qualquer relacionamento. A surpresa de todo dia. O surpreendente de qualquer ser vivo, seja ele humano ou felino.

Então, por favor, tire 5 minutinhos do seu dia e conheça Maru, Pancake e Cooper, algumas das criaturas mais encantadoras desse mundo. E pode ter certeza: cada gato é um ser único, dotado de personalidade, desejos, rotinas e ‘manias’. Eles são lindos, mas o gato que mora no seu coração sempre será “a maior doçura do mundo”.

 

Maru

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Pancake

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Cooper

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Cooper e Pancake, além das outras fofuras que moram com eles, tem um blog cheio de fotos e mais vídeos. Vá se derreter!

 

 

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8 comentários a ““The sweetest thing…””

  1. Omg, Re!
    Que gatos fofos! Amei os vídeos!
    E que lindo isso que vc escreveu sobre os felinos! É bem verdade mesmo, são únicos.
    Sempre me apaixono por algum gato por causa de algum charme específico, eles marcam, né?
    O Maru é bonachão como o Jack! Lembrei tanto do meu bichinho gorducho e brincalhão!
    Obrigada por esse presente, minha linda!
    Agora, mudando de assunto, deixa eu te perguntar. Estou lendo Crime e Castigo numa tradução surreal! Um português que não é falado em lugar algum! Há a necessidade de manter uma fidelidade tão castiça à língua original, que acabeu causando esse efeito bizarro na leitura da tradução? Seria uma questão de se aproximar do estilo do autor?

    Beijoca!!!
    =D

    1. Aline queridaaaaa!!
      Menina, isso que vc citou é polêmico. Minha opinião: tornar um texto ilegível não é ser fiel ao estilo do autor na sua língua original. Percebi isso com o Corcunda. Em francês, ouso dizer que o texto é fácil e simples, sem rebuscamentos nem nada. É um texto leve para ser lido por qualquer pessoa que tenha uma boa leitura e vocabulário (entenda-se: leitor fluente). Mas veja a tradução da L&PM do Corcunda: é praticamente intransponível! Ou seja, não foi nem um pouco “fiel” ao estilo do autor.
      Acredito piamente que a gente pode “fingir” se aproximar do estilo do autor em algumas características, como por ex.: se o autor é verborrágico, teremos que ser tb; se o autor adora aliterações (Oscar Wilde, acabei descobrindo!!), teremos que tentar reproduzi-las qdo possível! Fora isso, é outra língua, outro clima, outro jeito de se comunicar. Algumas coisas perdemos, outras ganhamos e vamos reescrever o texto, por mais que algumas pessoas se sintam ofendidas com isso, mas é isso que o tradutor faz. Ele reescreve o texto, tentando manter mais o clima do que os vocábulos. Não existe tradução sem adaptação e não existe o mesmo livro em duas línguas diferentes.
      Só pra falar do Oscar Wilde, olha a frase que eu achei: “whose tremulous branches seemed hardly able to bear the burden of beauty”. Quer uma frase mais cheia de aliterações do que essa?? Vou me matar se quiser manter essas mesmas aliterações. O que posso fazer é reproduzir esse “estilo aliterativo” (ehehehe) em passagens do texto que, em língua portuguesa, permitem o mesmo efeito, concorda?? Não vou tentar caçar no dicionário palavras que ninguém conhece só pra tentar “reproduzir” essa frase, sendo que ele só usou palavras comuns.
      Mas sempre fui da opinião que se um texto PARECE tradução, escrito num português irreal e de difícil leitura, tem alguma coisa errada. Mas tem livros que são casca grossa mesmo e só nos resta sofrer, no original ou na tradução, se quisermos ler! ehehe Um bom livro traduzido é aquele que soa tão natural (não necessariamente fácil) quanto se tivesse sido escrito em português. Deparar-se com inversões sintáticas, colocações pronominais absurdas, trocadilhos e ‘frases da sabedoria popular’ que não fazem sentido, eu chamo isso de erro de tradução/adaptação.
      Puxa, queria que vc estivesse aqui pra tomar um café comigo e conversar de tradução!!! :D
      Beijinhos mil!

  2. Renata, que blog maravilhoso! Adorei…e adorei ainda mais os vídeos e o texto sobre esses felinos que amamos. Eu tenho uma gata e concordo com o que vc diz sobre aprender a se relacionar. Realmente, os gatos nos ensinam muito sobre respeito, sobre ter seus momentos…adorei!
    Sucesso para vc!

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