Renata Batata

Moda, customização, beleza e bem-estar

Lá longe, aqui perto 30/09/2008

Filed under: Bem-estar,Livros,Viagem — renatabatata @ 3:33 pm
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Já que eu falei de viajar e de ir para tão longe, podemos começar uma viagem olhando nossos arredores com olhos de criança que quer descobrir o mundo. Quantas vezes não passamos sempre pelos mesmos lugares, pela mesma calçada e nem olhamos para o outro lado? Se não caminhamos a pé e sempre pegamos o carro para tudo, será que algum dia a gente reparou que aquela árvore está coberta de flores ou que há um cachorrinho vira-lata que sempre toma sol no mesmo degrau da mesma loja?

Às vezes, para começar a conhecer nem precisamos gastar uma pequena fortuna, pegar um avião e passar horas apertado só para ver algo “novo”. Meu pai sempre diz que “livro novo é livro que a gente não leu”, não importa se o livro foi lançado há dois séculos ou na semana passada. Isso também vale para os nossos arredores.

Morando em São Paulo, muita gente nunca foi ao Museu do Ipiranga, ao Parque do Ibirapuera ou ao Pátio do Colégio, onde a cidade nasceu. Tá certo que falta um pouco mais de infra-estrutura e segurança mas muita coisa já melhorou. Os roteiros para conhecer o centro da cidade, por exemplo, são bem legais e os museus são de primeiro mundo. Algumas exposições ainda são caras mas há muuuuita coisa boa demais e de GRAÇA. Ah, e também a maioria dos museus tem um dia que a entrada é gratuita.

Têm tanta exposição boa em cartaz, tantas peças de teatro, shows e espetáculos de dança de graça, dá pra sair todo final de semana aqui em São Paulo! Disso, não podemos reclamar. Só falta facilitar um pouco mais o transporte e a segurança.

Falando nisso, quer coisa melhor do que juntar livros e comidinha gostosa? Pois têm um monte de lugares aqui em São Paulo que faz isso.  Dá uma olhada nesse roteiro da Folha:

 

Roteiro seleciona cafés com ares literários na capital paulista

 

Expresso do Suplicy Cafés Especiais

Expresso do Suplicy Cafés Especiais

 

A dobradinha café e leitura é praticamente imbatível em tardes de clima ameno ou mesmo no modorrento calor do verão paulistano. Prova disso é que essa simbiose tem se solidificado cada vez mais nas livrarias paulistanas. Ambientes delicados, silenciosos e aconchegantes são algumas das características dos cafés abrigados em livrarias, que simplesmente são propícios ao prazer da leitura.

 

Café Grafite
Apesar de não estar instalado dentro de uma livraria, e sim no pátio do Centro Cultural São Paulo, a casa dispõe de um ambiente propício à leitura. Com mesas em um agradável pátio arborizado, a casa oferece café, chás e mimos como pães de queijo, esfihas de carne e outros salgados e empanadas.
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Café Lutetia
Um pequenino café situado nos fundos da livraria Martins, na praça do Patriarca (região central da capital paulista), serve café expresso das marcas Braúna, da região da Mata de Minas, e Turmalin, oriundo do cerrado mineiro. O café também é o ponto de partida para que a barista da casa, Denise Pinheiro, crie bebidas com nomes poéticos como Casa das Rosas (R$ 7) e o Líbero Badaró (R$ 4,50), que leva creme de chocolate com macadâmia e leite vaporizado.
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Millôr Revistaria e Café
Como o nome já diz, o café tem em seu cerne uma ligação com a literatura. Batizado em homenagem ao escritor e cartunista Millôr Fernandes, a loja conquistou a fidelidade dos moradores do bairro da Vila Madalena (região oeste da capital paulista) servindo café (no pires, um indefectível dadinho Quarto Centenário lembra a infância). O drinque da casa leva café gelado batido com creme. O local ainda oferece doces portugueses, como o pastel de santa clara e o pastel de Belém.
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Suplicy Cafés Especiais
A nova unidade da rede Suplicy Cafés Especiais está instalada em um antigo casarão na esquina das alamedas Jaú e Ministro Rocha Azevedo. O mesmo endereço abriga a sede do Universo do Conhecimento, entidade que oferece cursos livres de música, literatura e filosofia. Com ambiente agradável e situado em uma insituição de ensino, o café transpira leitura. Para beber, vale destacar o mocha, preparado com expresso, leite, chantilly, calda de chocolate ou de caramelo (R$ 7) e o frapê de cappuccino (R$ 9,90). A casa ainda oferece chás e sucos de frutas.
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V. Café
Localizado dentro da nova Livraria Cultura, a casa dispõe de mesas, pufes e banquetas altas espalhadas por um salão no fundo da loja. Tudo para tornar a leitura mais agradável. Para beber, a casa oferece café da marca Bravo e os blends da renomada Nespresso. Entre os comes, o local prepara sanduíches como o de salmão, cream chesse, agrião e dill no pão de miga preto, além de fatias de bolo de laranja.
Informe-se sobre o local

 

 

E a minha sugestão é um restaurante aqui na Vila Madalena que além de atendimento simpático e ambiente agradável, serve uma comida nordestina (pernambucana) pra comer embaixo da mesa, que nem a Ana Maria Braga!

Se você gosta de feijão de corda e bolo de rolo, o Restaurante Cordel da Vila é o seu lugar!

 

 

Aproveite e vá dar uma voltinha!

:)

 

Tóquio Chique 29/09/2008

Filed under: Estilo,moda,Tendência,Viagem — renatabatata @ 6:33 pm
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Viajar é bom!! Se existe um lugar que ainda quero ir é para o outro lado do mundo: China, Japão, Índia, Camboja… Tem gente que acha tudo muito exótico mas eu tenho uma curiosidade imensa de visitar lugares onde as pessoas ainda nunca viram uma máquina de fotografia digital e muito menos um computador. Sempre me pergunto como é que eu ia me virar por ali, o que eu ia comer, onde ia dormir… Mesmo assim, tenho certeza que um dia ainda vou pra lá, tirar muitas fotos, ver muita coisa e voltar com outra visão de mundo e a certeza que, apesar da “globalização”, ainda não somos todos iguais e massificados.

Mas no terreno dos mais ou menos massificados, tenho uma vontade louca de conhecer o Japão. Não gosto de comida japonesa e algumas coisas me incomodam em relação àquele país (o fato de a caça à baleia ser uma atividade legalizada é uma delas) mas gostaria muito de ver de perto aquela moda tão cheia de personalidade. Já comentei aqui do bairro Shibuia e dos fruits mas, além disso, tem mais. Tem luxo e alta costura. Não sou de comprar produtos de luxo mas ver é uma delícia! A Folha lançou um guia de viagem só sobre os pontos luxuosos de Tóquio que vale a pena dar uma espiadinha. Veja a matéria:

 

 

Lojas de alta costura de Tóquio atraem estilistas e fashionistas 
 
Guia seleciona os mais luxuosos hotéis, restaurantes e lojas de Tóquio 

 

 

 

Do estilo das rua à alta costura, Tóquio é uma cidade que leva moda a sério. Nas regiões de Aoyama e Omotesando, a “meca” fashion da capital japonesa, são encontradas marcas internacionais como Burberry, Fendi, Chanel, Hermés e Ralph Lauren, além das grifes de badalados estilistas do Japão, como Issey Miyake, Hanae Mori e Mihara Yasuhiro.

O Guia Tóquio Chic, editado pela Publifolha, faz uma seleção das mais sofisticadas e badaladas lojas e shoppings da cidade para quem pode consumir sem culpa.  Veja abaixo trecho do guia que mostra algumas lojas de marca mais exclusivas da cidade:

Badou-R

Apesar de levar o nome do tradicional disco analógico de vinil, ou disco de gramofone, a 45rpm do Japão não tem nada a ver com produção musical. Criada em 1977, a 45rpm é uma empresa de roupas que, como diz seu nome, espera se tornar uma fonte inesgotável de sucessos excitantes e originais, ou, neste caso, roupas. A 45rpm ficou conhecida por seus jeans de qualidade e produtos tingidos de índigo, e no estilo típico japonês deu-se grande atenção aos detalhes. Tudo, do corte e artesania às cores dos tecidos, é muito cuidado. Depois de experimentar diversos tipos de tingimento, a 45rpm finalmente encontrou seu famoso índigo “Japan Blue”, que se baseia nas tinturas das roupas dos agricultores japoneses.

Foi essa constante inovação e esforço para produzir só o melhor que levou a 45rpm a abrir a Badou-R, sua loja principal em Tóquio, em 1999. Localizada no tranqüilo bairro residencial de Minami-Aoyama – também um luxuoso ponto de compras -, esta loja fica em um linda casa japonesa tradicional, o ambiente perfeito para sua clássica linha de roupas “made in Japan”. Mantendo firmemente a crença nos “tecidos primeiro”, que dá importância à escolha dos melhores materiais acima de tudo, as roupas da Badou-R são sem dúvida da melhor qualidade. Aqui, fazer compras é um assunto relaxante. Como fazem os japoneses em casa, os visitantes tiram os sapatos antes de entrar na loja, enquanto os belos jardins ao redor dão mais encanto ao lugar.

Inspirada em técnicas usadas no mundo do artesanato tradicional – como Índia e Vietnã -, a Badou-R produz roupas com temática telúrica, combinando-as com jeans para criar um contraste ousado mas elegante. O jeans vendido aqui é tingido usando a tradicional ai, a tintura de índigo vegetal do Japão, que foi fundida com o denim americano. Na loja há uma bela seleção à mostra. Desde blusas a lenços e cachecóis, incluindo todos os produtos tingidos de índigo, os visitantes certamente não sairão de mãos vazias.

Além de sua própria marca, a Badou-R vende a coleção de sua linha umii908. Esta coleção tenta extrair o melhor das ousadas e dinâmicas culturas marítimas de países como França e Havaí. Na verdade, “umii” significa oceano ou mar em japonês. Mais uma vez, a qualidade é enfatizada, pois só as melhores matérias-primas são usadas para produzir esta linha de roupas. Um tecido raro, o algodão Suvin, que representa apenas 2% ou 3% do volume de algodão produzido no mundo, é usado principalmente em produtos umii. Outro material usado é o hemp, que é tingido usando a famosa tintura índigo da Badou-R, dando às roupas um ar antiquado.

Com uma mistura intrigante de Ocidente e Oriente, velho e novo, a Badou-R da 45rpm é uma loja no centro de Tóquio que atrairá qualquer comprador de bom gosto a entrar nesta casa japonesa.

 

Dresscamp

Desde sua sensacional estréia na Tokyo Collection em 2002, a Dresscamp só se fortaleceu, surgindo como uma das mais inovadoras marcas de moda do Japão atual. Liderada pelo estilista Toshikazu Iwaya, que recebeu o prêmio revelação no Mainichi Fashion Awards em 2004, a linha de roupas da Dresscamp transpira glamour e uma sensação de novidade, atraindo seguidores leais entre os fashionistas.

Sediada em Tóquio, a grife Dresscamp possui uma mistura única em que elementos e clássicos se combinam perfeitamente com idéias modernas. Suas coleções masculina e feminina consistem em tecidos estampados originais que são decorados intricadamente com cristais Swarovski, de maneira inovadora.

Em janeiro de 2005, Iwaya abriu a loja principal da Dresscamp no prestigioso bairro de Aoyama em Tóquio, onde se situam muitas butiques renomadas e bons restaurantes. Projetado por Masamichi Katayama, o interior elegante da loja exibe impressionantes candelabros de cristal, além de três magníficas estátuas de leões. Também há um esplêndido jogo de espelhos com tela de vídeo na parede que faz parte da decoração sofisticada da loja.

Nos tecidos estampados originais das coleções masculina e feminina há um tema específico que dá início a todo o processo de criação. Primeiro é desenhada uma idéia, depois é escolhido de acordo o método de estamparia, que inclui tingimento e silk-screen, entre outros. Os vestidos e acessórios da Dresscamp são feitos na medida para indivíduos cientes de que gostam de roupas com um estilo e uma identidade exclusivos. Para a Dresscamp, a arte da costura e a paixão pelos tecidos têm um papel importante em todo o processo de criação, para atingir o conceito de marca ideal. Isso fica evidente em sua linha de roupas na loja em Aoyama, assim como outros outlets no Japão e no exterior.

Hoje a Dresscamp tem colaborações com várias outras marcas de renome, como Duvetica, Peal Izumi, Hirata Akio, Oliver Goldsmith e outras. Por conta própria, Iwaya também participou de vários trabalhos de criação com Piaget e Viva You, o que testemunha a crescente estatura da Dresscamp no mundo da moda.

 

Issey Miyake Aoyama

Abrigando as butiques mais exclusivas, o pequeno bairro de Aoyama e Omotesando é a localização máxima para os melhores estilistas. O bairro atrai os fashionistas de Tóquio, e é onde os estilistas de renome mundial têm as matrizes de suas lojas. Aqui perto, Harajuku atrai um público diferente, sendo um local favorito de adolescentes radicais vestidos em fantasias cos-play. Juntos, eles formam o bairro de compras mais famoso da cidade, e um destino fascinante para a exploração dos visitantes.

A incrível galeria de moda de Issey Miyake transmite a visão inovadora de sua marca. A loja se destaca das outras na rua. Aqui tudo é ousado, desde as suaves paredes brancas até o piso de pedra contrastante, ao lado de suas criações brilhantes e anticonvencionais. A maior parte das coleções de Issey Miyake é inspirada na tecnologia e na constante experimentação. A loja principal é sempre atualizada com vitrines interativas, e é reconhecida como uma dinâmica galeria de arte, assim como de moda.

Com diversas butiques em Tóquio, Nova York, Londres e Paris, Issey Miyake é considerado hoje um dos mais influentes estilistas de moda. Em 2007, Dai Fujiwara assumiu como diretor de criação e continuou produzindo os modelos exclusivos que definem a Issey Miyake. Através de pesquisa e desenvolvimento, tecidos e modelos vão de ternos feitos a mão com tecidos naturais até vestidos de vanguarda de materiais sintéticos. O design único atende a todas as ocasiões, do casual ao profissional sofisticado e trajes de noite.

Com modelos tão bem recebidos pelos elegantes de Tóquio, não é de surpreender ver o lançamento de outra marca sob a linha Issey Miyake. Baseada na mesma visão inovadora que tornou a marca conhecida, a coleção Fête atende especialmente as mulheres e é caracterizada por sua combinação de cores incomum e dinâmica, adequada ao nome, que significa “festa” em francês. E enquanto a Issey Miyake continua se expandindo mundial e regionalmente, uma nova loja foi inaugurada em Osaka recentemente. Ela abriga todas as coleções de Issey Miyake, além de outras marcas selecionadas.

Com sua extensa exposição internacional, o design de vanguarda de Issey Miyake é imprescindível para quem quer viver uma experiência de compras completa em Tóquio.

 

Pleats Please Issey Miyake Aoyama

Fundada em 1993, a Pleats Please Issey Miyake é uma das muitas grifes de moda lançadas por Issey Miyake. As formas simples, cores diversificadas e desenhos de vanguarda criaram um público dedicado. Hoje a marca opera independentemente e em butiques nas grandes cidades, como Paris, Nova York, Londres e, é claro, Tóquio.

Aqui, a Pleats Please Issey Miyake fica perto da loja matriz de Issey Miyake em La Place Minami Aoyama. Juntamente com outras renomadas grifes internacionais, esta marca típica de Tóquio tem uma forte presença em um dos mais prestigiosos bairros de moda da cidade. Aqui perto os visitantes podem explorar e experimentar o recémreformado complexo de moda de vanguarda de Omotesando Hills. A oeste, Shibuya se caracteriza pelos telões de TV, néons coloridos e ruas lotadas. A leste fica o dinâmico Roppongi, o bairro notívago de Tóquio. Localizado convenientemente a curta distância de várias estações de metrô, Aoyama vibra de energia e tornou-se o coração da cultura em rápida evolução da cidade.

Como o nome indica, as roupas da Pleats Please Issey Miyake apresentam muitas pregas. Seguindo o fascínio de Issey Miyake por tecnologia e design de roupas, a idéia fundamental da Pleats Please Issey Miyake é desenvolver as técnicas tradicionais, como material para processamento e pregueamento, e usá-las para criar produtos inovadores. Em contraste com o processo-padrão de pregueamento, o tecido é primeiro cortado e costurado antes de ser pregueado. Isso permite que as pregas tomem uma forma específica, acentuando os contornos do corpo e criando uma forma única para cada roupa.

O espaço da loja é surpreendente: lona simples com piso de pedra, janelas amplas e simples armações de metal para complementar o dinamismo das cores das roupas. Além disso, a Pleats Please Issey Miyake oferece uma enorme variedade de modelos. Desde camisetas divertidas em estilo retrô e cores vivas até saias pretas pregueadas versáteis e sofisticadas, há algo para cada cliente. Laços exagerados e outros acessórios são acrescentados para ressaltar a personagem de cada modelo. Integrando os elementos de elegância, esporte e diversão em suas criações, a Pleats Please Issey Miyake é universal, cabendo em todas as ocasiões e estilos.

Na nova butique em Roppongi, os compradores vão descobrir um leque impressionante de mercadorias. Além de suas roupas marca registrada, são exclusividade desta loja as bolsas Pleats Please Issey Miyake, acessórios e até artigos de papelaria. Incorporando a filosofia da marca, esses produtos fundem praticidade com design de vanguarda – linhas mestras dos endereços mais na moda em Tóquio.

 
“Guia Tóquio Chic”
Autores: Tom Baker, Zöe Jaques e Mariko Usuba
Editora: Publifolha
Páginas: 216
Quanto: R$ 59,90
Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha.

 

Peças em Tricô – Gola e Miniponcho 25/09/2008

Acabei mais dois projetinhos de tricô para usar já!

 

 

Este não é bem tricô, mas é muito interessante. Pode ser usado também como idéia pra fazer uma super gola. Usei o fio Rusticolor da Aslan, que é macio e tem um caimento perfeito. A receita está aqui.

 

 

 

Esse miniponcho ficou mais bonito do que eu imaginava. Foi feito com a mesma lã da bolsinha verde de tranças, que é a Festa, da Aslan (saiu de linha), mas fica perfeito com qualquer lã que seja um pouco mais grossinha e tenha bom caimento. Já tinha postado a receita aqui no blog faz uns dois meses. Veja aqui no site da Pingouin.

 

Os projetos não param! Estou acabando um coletão preto e uma blusa super diferente com o Pingouin Marte. Quando acabar, posto aqui!

 

Dia de Cocktail em NY 24/09/2008

Filed under: Estilo,moda,Tendência — renatabatata @ 7:34 pm
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Vestidos são destaque do Fashion Week nova iorquino

Parece até que foi combinado: dos 12 desfiles que rolaram no quarto dia de New York Fashion Week Primavera 2009, oito tiveram forte presença do cocktail dress, aquele vestido mais ou menos na altura do joelho, perfeito para quem quer fazer bonito em festas que não pedem traje social.

Com exceção da Gottex, de moda praia, Z Zegna, masculina, e Diesel Black Gold, todas as coleções apresentadas tinham várias versões do cocktail dress! Confira as fotos e escolha os seus favoritos:



Vestidos Twinkle by Wenlan

 

Visual de Peter Som

 

Luca Luca

 

Yeohlee

 

Muito drapeado na coleção de Tony Cohen

 

Ports 1961

E as exceções:

Carolina Herrera deu destaque aos longos

 

Diesel Black Gold aposta nas calças mais larguinhas

 

por Sarah Lee

 

O Mito do Novo 23/09/2008

Este texto é do começo do ano, mas achei apropriado colocá-lo aqui já que estamos na primavera mas ainda vamos enfrentar algum frio por aí. O texto fala das roupas que na época eram tendência e que agora estamos usando. Também é legal para pensarmos no que vai ficar do inverno para o verão, como o xadrez, as estampas, as listas etc, e saber o que devemos procurar nos brechós!

 

 Temporada do inverno 2008-09 no Hemisfério Norte foi marcada

pela austeridade e a tradição

 

 

A moda tem horror às palavras “velho”, “antigo” ou “tradicional”. E ama as palavras “jovem”, “novo” ou “futuro”. Na cultura atual, que muitos pensadores classificam como pós ou hipermoderna, a moda é uma das poucas atividades em que a palavra “moderno” ainda é usada sem percalços, à vontade, junto com os conceitos “vanguarda” ou “futurismo” (sic).

Assim como gostam do que é “jovem” e “moderno”, os fashionistas também adoram o “urbano”. E frequentemente ouvimos alguém falar que faz “moda urbana” -como se houvera uma moda rural.

Ao dizer “urbano”, de fato, as pessoas da moda querem dizer “internacional”, ou seja, uma roupa livre de regionalismos, provincianismos ou nacionalismos, alinhada com o gosto da elite globalizada. Pois também não há nada que desagrade mais aos fashionistas do que um criador apegado às suas raízes e que insista em evocar tradições em seu trabalho. Imediatamente, ele será taxado de “velho” ou “antigo” -se muito talentoso, será tratado como excêntrico.

“Urbano”, “jovem”, “moderno” e “novo”, porém, não passam de palavras de ordem do business da moda, que os próprios fashionistas ajudam a veicular, de tal forma o seu “pensamento crítico” está impregnado pelo marketing. São palavras que o business evoca com ansiedade, porque precisa de um consumo célere, muito veloz, que dê a sensação de envelhecimento rápido de tudo, para que coisas “novas” sejam desejadas sofregamente nos mercados globais.

Porém, se observamos com uma lupa as temporadas internacionais de moda, veremos que são poucos, muito poucos, os estilistas que de fato conseguem criar algo “novo”, ou seja, arriscar-se rumo ao desconhecido. A maioria não faz mais que remexer continuamente no baú de ícones do passado e adaptá-los ao presente. Daí as evocações labirínticas ao legado das “maisons” para as quais os estilistas trabalham, as referências obsessivas à moda de épocas passadas: o estilo das nobrezas européias, dos anos 40, 60, 70, 80 e assim vai… A moda inteira gira hoje num círculo vicioso de rememorações, dando a impressão, enquanto rodopia, de estar andando para a frente.

A temporada do outono-inverno 2008-09 no Hemisfério Norte -tal qual se viu nos desfiles de Nova York, Londres, Milão e Paris, acompanhados in loco pela Folha foi marcada pelo receio das grifes de assumirem riscos criativos, em face de uma possível recessão econômica, e, portanto, trouxe coleções sem grandes vôos e mais conformadas com o peso da tradição e do comércio.

Há exceções. Em Nova York, Francisco Costa realizou para a Calvin Klein uma radical exploração escultural e arquitetônica do corte e da modelagem, trabalho tanto mais extraordinário quanto ele conseguiu manter intactas certas silhuetas arquetípicas.

Em Milão, Raf Simons tomou o mesmo caminho com a grife Jil Sander, ampliando a plasticidade das formas, em dobras e torções elaboradas, que de certa maneira revêem o minimalismo da marca à luz das experimentações da arquitetura contemporânea.

Em Paris, Stefano Pilati fez para a Yves Saint Laurent uma das mais belas coleções da temporada, decididamente experimental, mas sem estardalhaço nem programa.

A grande surpresa do inverno 2008, porém, chegou pela Prada, que levou às passarelas de Milão uma série de looks trabalhados totalmente com rendas.

Técnica ancestral, associada freqüentemente a uma imagem arcaica da mulher, dos tempos da castidade religiosa ou da roupa de domingo das camponesas, a renda recebeu pelas mãos de Miuccia Prada um tratamento contemporâneo, irônico e até erótico, que praticamente a ressuscita para o nosso tempo.

Mais interessante ainda é ver como a estilista, no desfile da sua grife jovem, a Miu Miu, em Paris, continuou a “reflexão” sobre a renda ao criar looks inspirados na roupa esportiva, que utilizam, com tecidos tecnológicos, tramas vazadas que recordam a técnica antiga.

Os desfiles da Prada e da Miu Miu são complementares. O primeiro revê a severidade das mulheres provincianas do passado; o segundo, a disciplina austera das esportistas atuais. Na Prada, surgem emanações de um luxo puritano, feito de sublimações passionais. Na Miu Miu, o conforto e a agilidade combinam com uma nova sensualidade, nesta época em que o puritanismo às vezes se disfarça de paixão pelo esporte e pela saúde.

Miuccia Prada confronta, assim, o antigo e o atual, embaralhando as cartas. No mais velho, ela encontra o mais jovem. No rural, o urbano. No provinciano, o global. No passado, o futuro. E vice-versa.

Damas de negro
Em tempos de apreensão econômica, a cor preta dominou a temporada do Hemisfério Norte. E a sua versão mais fascinante apareceu nas rendas e transparências, que exploravam o contraste com a pele e infiltravam sensualidade pelas tramas cerradas. A Prada, para quebrar a austeridade de seu desfile em grande parte baseado em rendas, chegou a exibir modelos seminuas, convidando a um uso chique-erótico desta técnica ancestral. Os tons outonais, as variações de vermelho, o laranja, o violeta, o prata e o ouro desbotado foram outras cores que compareceram fortemente.

Xadrez sem amarras
O xadrez é um clássico do inverno, e desta vez ele chegou com particular vigor nas coleções que exploraram padronagens mais largas ou aplicaram as estampas em peças volumosas. A D&G fez uma coleção muito charmosa, baseada inteiramente em xadrezes, com diferentes formatos contrapostos à vontade e quebrando todas as convenções do uso. Misture à vontade.

Optical fashion
Temporada discreta, o inverno 2008-09 também foi comedido nas estampas. Poucas grifes arriscaram nas cores e nos desenhos, como foi o caso da Marni, de Dries van Noten e, naturalmente, da Emilio Pucci. E, quando elas o fizeram, optaram por estampas que flertavam com a geometria, com a optical art e até mesmo com a arte conceitual, como fez Alexandre Herchcovitch, que mostrou em Nova York as suas recriações da obra do artista Sol LeWitt.

Engolindo as garotas
A tendência de superdimensionar os casacos e mantôs vem das últimas temporadas, mas nesta beirou o êxtase. Grifes ampliaram ainda mais o tamanho das peças, ao ponto de algumas modelos serem engolidas por cachemeres esculturais, peles abudantes e tricôs de pontos gigantes. Em contraponto, apareceram séries de minipeles, boleros, casaquinhos, pelerines, macfarlanes e carmagnoles, menos para proteger do frio do que para criar um efeito, um volume e um charme.

Chiques e selvagens
Apesar dos protestos, parece que a pele ainda tem um largo futuro na moda. Os mantôs peludos compareceram triunfalmente nos desfiles europeus e americanos, e um de seus usos mais atuais é com cintos largos e ultrachiques. Outras grifes, para quebrar a caretice, inventaram casacos de pelos abundantes, como se quisessem transformar as mulheres em poderosos animais selvagens.

Esculturas
Os estilistas andam fascinados pelas formas de Zaha Hadid e Frank Gehry, e a temporada foi bastante influenciada pelas liberdades da arquitetura contemporânea. Outros buscaram inspiração na escultura, recortando, dobrando e transfigurando as roupas como os artistas costumam fazer com o aço, a pedra e a madeira.

A mulher diagonal
Os longos com fenda que deixam ver uma das pernas chamaram atenção nos trajes para a noite. Uma perna à mostra, apenas, e por que não mostrar também o ombro, mas um só? Eis uma das silhuetas determinantes do inverno 2008-09: a mulher-diagonal, da sensualidade oblíqua e imperial.

Bocas de sino
As pantalonas apareceram em toda parte, mas menos tímidas em Milão, como na Burberry, com sua evocação dos anos 70. As skinnies continuam vigorando, mas já perderam muito de sua hegemonia.

O novo Oeste
A estética folk, com suas várias ramificações, inclusive no movimento hippie, pontuou as coleções de inverno. Ora eram imagens de conquistadores do Norte frio da América, ora de bandoleiros de faroeste, ora de índias que pareciam ter saído de um filme de John Ford.

Peça de resistência
O clássico tailleur sempre dá o ar da graça nos desfiles. Mas neste, particularmente, ele apareceu com muito vigor. Em momentos de impasse econômico, ele fascina por sua funcionalidade e versatilidade. Mas ninguém pensa só nesses dotes. O tailleur atual é luxuoso, com sutis ousadias estruturais ou com referências icônicas fortes -como na nostálgica versão de John Galliano para a Dior, inspirada nos anos 60 de Jackie Kennedy.

 

por Alcino Leite Neto, enviado especial a Paris, Milão, Londres e Nova York, da Folha Online.

 

 

Conheça as sete tendências principais das coleções brasileiras para o inverno

 

Das paisagens campestres, povoadas de caubóis, hippies e moças de imagem leve e desencanada, aos looks urbanos confortáveis, que têm os aconchegantes maxitricôs como peças-chave, a temporada inverno 2008 nas passarelas brasileiras foi marcada por um certo espírito relax.

Esse desejo de conforto vem de mãos dadas com uma sofisticação discreta, muito focada nos materiais e na construção das peças, deixando de lado a ornamentação excessiva.

Assim como na temporada internacional, embora em abordagens diferenciadas, xadrezes e grafismos apareceram com bastante destaque. Para completar o pacote, novos tecidos inteligentes, que extrapolam o mundo dos esportes para compor alguns dos looks mais interessantes desse inverno.

Novos tecidos
Tafetás tecnológicos, tricôs com mix de fios, couros ecológicos, belas peles falsas e estamparia digital renovaram o repertório de tecidos da temporada. O efeito vai do futurista ao ultra-sofisticado e engana até os olhares mais treinados.

Maxiaparecidas
Golas e mangas crescem e funcionam como acessórios costurados ao tecido. Para dar uma cara diferente a esses elementos de construção da roupa, surgem dobraduras, volumes, texturas variadas e divertidos jogos arquitetônicos. Quanto mais ousadas, melhor!

Ponto forte
Os tricôs são a arma fashion da vez para espantar o frio. Eles surgiram em diversas versões, do cardigã comportado aos modelos gigantes, estrelas da temporada. Além de blusas, mantôs e casaquinhos, os tricôs também apareceram em vestidos e acessórios.

De volta aos 70
O ar romântico e despojado dos estilos folk e boho foram resgatados dos anos 70 diretamente para as passarelas de inverno. Vestidões, saias longas, coletes e modelos com corte leve e solto voltaram com força total, para a alegria das entusiastas do espírito hippie.

Vá de listras
As listras, ao lado dos xadrezes, são aposta certa para os looks de inverno. Mas sem a cara navy da temporada passada: as propostas mais frescas pedem mix de texturas, brilhos e sobreposições nada comportadas.

Perfecto!
A jaqueta de couro modelo perfecto, que virou ícone outsider nos anos 50, reaparece em diversas releituras. Para fugir do óbvio, esqueça os jeans e use a peça com calças de alfaiataria ou sobre vestidos.

Xeque-Mate
Seja na onda dos caubóis, seja em padronagens mais discretas e sofisticadas, o xadrez tomou conta das passarelas. O padrão tartan foi o mais usado, especialmente os com fundos vermelhos ou verdes.

 

por Vivian Whiteman, da Folha Online

 

No Dia Mundial Sem Carro, 100 motivos para andar a pé 22/09/2008

 

 

 

Para quem mora em São Paulo e tem que enfrentar o trânsito todos os dias, a vida mais parece uma corrida maluca! Mas será que dá pra fazer diferente, pelo menos um dia?

O dia 22 de setembro é o Dia Mundial sem Carro. Criado em 1996 pelos franceses em protesto à poluição ambiental. De lá para cá, cidades do mundo engajaram-se no movimento.

A caminhada é uma atividade fácil de ser realizada, que tonifica o corpo e queima muitas calorias , afirma a personal trainer do MinhaVida, Valéria Alvim. E, se você ainda está em dúvida quanto a deixar o carro na garagem, acompanhe as dicas abaixo.

Os consultores da MPR e autores do Guia de Corrida, Fábio Rosa e Emerson Gomes, listam a seguir cem motivos capazes de convencer qualquer pessoa a abrir mão do volante, e não só uma vez por ano. Mas sempre que possível. Acompanhe:

1- Aumenta a liberação de endorfinas, ajudando no combate do stress, ansiedade e depressão.

2- Tonifica a musculatura das pernas, coxas e glúteos

3- Possui um gasto médio de 200-300 kcal/hora

4- Na subida o gasto calórico pode aumentar para até 450kcal/hora

5- Melhora a circulação sanguínea

6- Auxilia na prevenção de varizes

7- Auxilia no controle da pressão arterial

8- Auxilia no controle do colesterol, diminuindo o HDL( bom colesterol) e aumentando o LDL ( mau colesterol)

9- Aumenta a massa muscular

10- Melhora a atividade do sistema imunológico

11- Ajuda a prevenir a osteoporose, através da compressão imposta aos ossos pelo impacto da caminhada

12- Aumenta o metabolismo de repouso, aumentando assim o gasto calórico diário

13- Aumenta a capacidade dos pulmões absorverem o oxigênio

14- Auxilia no combate a diversos tipos de câncer

15- Alivia os sintomas da TPM

16- A caminhada durante a gestação pode facilitar o parto, por manter a musculatura firme

17- Acelera a recuperação pós-parto

18- Acelera a recuperação de cirurgias

19- Aumenta a força dos membros inferiores

20- Melhora flexibilidade

21- Acelera a atividade do sistema nervoso, auxiliando na condução de impulsos

22- Auxilia no controle postural, pois exige sustentação do tronco

23- Diminui riscos de derrame cerebral

24- Auxilia no controle e prevenção da diabetes

25- Ajuda a prevenir a obesidade

26- Auxilia no combate ao tabagismo

27- Melhora a auto estima

28- Combate a insônia

29- Praticamente sem contra indicações

30- Você fica mais disciplinado, pois caminhando para o trabalho, há horário a cumprir e com isso impõe um ritmo a seu organismo

31- Tem baixo custo. Basta apenas um calçado confortável com amortecedor

32- Aumenta o contato com o meio ambiente, ficando livre do ar condicionado do carro e do escritório

33- Auxilia na absorção de vitamina D, se realizada durante o dia devido à irradiação solar

34- Sem pegar o carro, você colabora com o trânsito
 
35- Colabora com o controle da emissão de gases que provocam o aquecimento global

36- Você fica livre dos congestionamentos e do stress que os engarrafamentos provocam aos motoristas

37- Deixando o carro na garagem, você gasta menos dinheiro com combustível

38- Você economiza com o altíssimo valor cobrado pelos estacionamentos

39- Pode fazer suas comprar durante a caminhada de ida e volta ao trabalho, evitando a perda de tempo em se deslocar somente para isso

40- Caminhar nas ruas permite observar melhor a arquitetura dos prédios e descobrir lugares nunca antes observados

41- Caminhar nos parques permite observar a natureza

42- Aumenta a percepção de umidade e temperatura

43- Caminhar em contato com a natureza pode reduzir ainda mais a ansiedade, pois a cor verde traz tranqüilidade

44- Podemos observar as nuvens no céu, o que dificilmente pode ser feito dentro de um carro

45- Podemos ver o nascer do sol enquanto caminha em direção ao trabalho

46- Podemos desenvolver a audição prestando atenção nos sons dos carros que se aproximam

47- Em um parque, podemos ouvir o cantar dos pássaros

48- Podemos ver o pôr do sol enquanto voltamos do trabalho

49- Enquanto caminhamos, podemos conversar com os amigos

50- Caminhando diariamente, você fica em forma e pode até economizar com a academia

51- Você ganha uma maior resistência aeróbica

52- Auxilia na tonificação da musculatura dos membros inferiores;

53- Aumenta o seu gasto calórico

54- Fortalece os tendões

55- O impacto da caminhada rápida ajuda na calcificação dos ossos, retardando ou evitando a osteoporose, problema que afeta principalmente mulheres

56- Ajuda a controlar a ansiedade

57- Combate a depressão

58- Controla a pressão arterial

59- Contribui para a diminuição dos valores da freqüência cardíaca de repouso (basal)

60- Estimula a socialização

61- Trabalha o equilíbrio do corpo

62- Fortalece as articulações

63- Reduz risco de arteriosclerose

64- Reduz o risco de AVC (acidente vascular cerebral)

65- Reduz risco de infarto do miocárdio

66- Auxilia no controle do colesterol

67- Auxilia no controle do diabetes

68- Aumenta a eficiência do sistema imunológico

69- Age no controle do estresse

70- Reduz o risco de câncer no cólon

71- Auxilia na prevenção do reumatismo

72- Ajuda na melhora da disposição para o dia-a-dia

73- Combate sentimentos de inadequação

74- Melhora a auto-estima

75- Ajuda no controle da obesidade

76- Diminui o risco de lesão devido ao baixo impacto (comprando à corrida)

77- Auxilia no ganho da massa óssea

78- Diminui o risco de varizes

79- Diminui o risco de lombalgia

80- Contribui para o aumento da flexibilidade

81- Aumenta a resistência anaeróbica

82- Ajuda a corrigir vícios posturais

83- Melhora a estabilidade articular

84- Contribui para a melhora de problemas de circulação

85- Considerada a prática mais segura de exercícios aeróbicos do ponto de vista ortopédico e cardiovascular

86- Ajuda a fortalecer braços e troncos (se houver boa utilização dos braços, no movimento da caminhada)

87- Ajuda na oxigenação cerebral, auxiliando na circulação do sangue pelo corpo

88- Traz a sensação de bem-estar

89- Auxilia no aumento da força

90- Reduz o risco de câncer de mama

91- Ajuda a combater a insônia

92- Aumenta a produção endorfina

93- Auxilia no combate à asma

94- Auxilia no trabalho digestivo

95- Melhora o metabolismo energético

96- Combate os radicais livres

97- Melhora a qualidade do sono

98- Retarda o envelhecimento

99- Contribui para a diminuição do risco do diabetes tipo 2

100- Diminui os triglicérides.

 

 

Link da matéria: http://msn.minhavida.com.br/guias/guia+de+corrida.htm

 

 
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