Lançamento Fnac 21 de setembro 2012 07

Minha vida com as palavras

Estou de volta. Deixei este espaço por um momento, mas senti saudades. Estou aqui para dividir minhas experiências, momentos e palavras.

Palavras.

Há mais de dez anos, trabalho com as palavras. Na verdade, me apaixonei pelo exercício da palavra no momento que traduzi a primeira frase. A profissão me escolheu. A profissão de escritora. Traduzo literatura infanto-juvenil, minha paixão, amo o que leio e amo o processo da tradução. E foi através dele que a escrita começou a entrar nas minhas veias. Pois traduzir é escrever, criar. Todo tradutor é também escritor.

Na aba Tem coisa que só sai da gente por escrito lá em cima, tem um pouco do meu trabalho. Dá uma olhada!

Em 2012, publiquei minhas primeiras palavras, Quando o Sol Encontra a Lua, pela Editora Moderna. Uma história de amor, uma história universal, uma paixão adolescente daquelas que nos fazem acreditar que podemos mudar o mundo.

CAPA qnd o sol-1 menor

Eu, quando escrevo, me apaixono. E só consigo escrever porque estou apaixonada. É essa sensação que eu gostaria que meus leitores tivessem: esse momento, mesmo que seja apenas um instante, que acreditamos que tudo tem jeito, que a vida é linda e que tudo vai dar certo.

Então, este blog vai dar uma mudada. Para melhor. Porque mudar faz parte da vida e faz muito bem. E eu espero que você me acompanhe. Vai ser bom. :)

Germany Weather

Viajar pra dentro da gente

 

A gente viaja pra conhecer lugares novos, comer comidas novas e, se der sorte, até conhecer pessoas novas. A gente vai com a certeza que encontraremos um monte de coisas diferentes e que vamos trazer lembranças e várias histórias pra contar. Mas o que eu vejo, na maioria das vezes, é que uma viagem, dessas de verdade, que tiram a gente da zona de conforto e nos colocam em situações que às vezes nem gostaríamos muito, muda mesmo o lugar de onde a gente saiu. Quando voltamos, o apartamento não é mais o mesmo, nossas roupas encontraram outro significado, até o gosto da mesma comida de sempre é diferente. Viajar muda o mundo dentro da gente. E é por isso que faz tão bem: a gente traz com a gente outros mundos pra morar embaixo do mesmo teto, pessoas, gostos, paisagens, que nunca mais sairão de dentro de nós. Quando a gente começa a viajar, a gente não para mais. E isso não significa ir para a Europa todo ano ou até pro interior, ou pra praia, ou até mesmo sair do lugar. Com tantos lugares dentro da gente, conseguimos projetar na nossa vida uma mudança diária, um maravilhamento, uma sensação que as coisas estão, sim, diferentes. Muitas vezes pra melhor. E se a gente parou pra fotografar o por do sol em Santorini, porque não parar para observar o por do sol que se desenrola todos os dias bem diante da nossa janela?

Sobre o Vazio

 

A Espera – Cícero Dias – 1932 – Acervo do Itaú Cultural

 

 

Às vezes, existe um vazio dentro da gente. Ele pode ser grande, enorme ou apenas um pequeno incômodo. Geralmente, todos nós queremos preencher esse vazio.

Muitos preenchem com roupas, acessórios e coisas que a gente pode colocar sobre o corpo. Essa é uma forma perigosa de preencher o que falta, porque quanto mais você se enche de coisas, mais vazio vai ficar o seu bolso. E o que é pior: vai sempre faltar algo.

Outra forma é tentar saber tudo, ler tudo, assimilar tudo. Ver todos os filmes, ler todos os livros, conhecer todas as pessoas ‘relevantes’. Também é uma busca sem fim. Sempre vai haver algum assunto no qual vamos ser ignorantes ou algum autor de quem nunca ouvimos falar. Entendam bem, não sou contra o conhecimento. Sou contra o esnobismo intelectual que exclui pessoas e faz com que esqueçamos de nós mesmos. Pensar demais pode ser um problema…

Mas, na maioria das vezes, esse vazio que todo mundo tenta preencher loucamente precisa existir. É parte do equilíbrio. Aceitar esse vazio é aceitar a dualidade de todas as coisas; é aceitar o silêncio de não dizer nada; é aceitar a perda quando não se ganha; é aceitar o fim que não queremos.

Aceitar o vazio também é aceitar uma parte de nós que precisa ser e ficar leve, talvez à espera, quando chegar alguma coisa realmente importante. Deixe um espaço vazio na estante, na parede, não ocupe uma cadeira. Faça um exercício de espera, de assentamento, de contemplação.

O vazio pode ocupar um espaço importante na sua vida. E isso não é triste: é deixar aberta uma porta para uma oportunidade que ainda não recebemos.

 

Reflexo OK

Inspiração para aceitar o “acaso”

 

“Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.

Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, mas não vai sozinha e nem nos deixará só, porque leva um pouco de nós e deixa um pouco de si.

Há os que levam muito e deixam pouco, há os que levam pouco e deixam muito.

Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que não nos encontramos por acaso.”

CHARLES CHAPLIN

 

;)

 

“The sweetest thing…”

 

“… that only was a cat”.

 

“A maior doçura do mundo era apenas um gato”. Esse poema reflete muito bem o que eu penso dessas criaturas independentes, inteligentes e, sobretudo, fofas. Gosto muito de cachorros também, mas gatos são especiais por viverem uma vida só deles, uma vida em segredo, que não compartilham conosco. Quem nunca conviveu com um gato talvez não saiba como pode ser especial aquele momento que ele/ela vem te receber quando você chega em casa, quase ‘como um cachorro’. Aquele ronronar aconchegante quando ele/ela se enrola quentinho no seu colo. A lição de tolerância e liberdade que o gato dá quando sinaliza que quer ficar sozinho, sem toques nem carinhos. Ter gatos é aprender a conviver e eles ensinam até mesmo a suportar o inesperado que vem de qualquer relacionamento. A surpresa de todo dia. O surpreendente de qualquer ser vivo, seja ele humano ou felino.

Então, por favor, tire 5 minutinhos do seu dia e conheça Maru, Pancake e Cooper, algumas das criaturas mais encantadoras desse mundo. E pode ter certeza: cada gato é um ser único, dotado de personalidade, desejos, rotinas e ‘manias’. Eles são lindos, mas o gato que mora no seu coração sempre será “a maior doçura do mundo”.

 

Maru

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Pancake

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Cooper

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Cooper e Pancake, além das outras fofuras que moram com eles, tem um blog cheio de fotos e mais vídeos. Vá se derreter!

 

 

Na chuva, Shuella!

Faz um tempinho eu vi por aí uma coisa bem interessante, que também apareceu na famosa lista “O” da revista da Oprah e virou mania: a Shuella. Shuella é uma mistura de shoes + umbrella, ou seja sapatos + guarda-chuva. Hã? Explico: é como se fosse um calçado guarda-chuva que você veste por cima do seu sapato do dia a dia. Feita de PVC, ela cobre o seu sapato e ainda pode ser ajustada à perna, protegendo a barra da calça de ficar molhada.

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 O design é bem bonitinho mas o que mais me atraiu foi a praticidade. Ela vem num saquinho plástico com zíper e é bem leve, dá pra carregar na bolsa. Quando começar a chover você tira do saquinho, veste por cima do sapato e vai embora! Quando chegar no seu destino, é só passar um paninho bem absorvente (pode deixar guardado dentro do saquinho também), dobrá-la e recolocá-la dentro do saquinho e pronto! Nada de galochas nem de botas pesadas. E dignidade na chuva!

Na revista da Oprah, chamaram a atenção para as cores divertidas, mas eu fiquei com a eterna e discreta pretinha:

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Usei e aprovei! Achei um bom investimento. Calço 36 e comprei uma Shuella 37 e ela serviu sobre todos os meus sapatos, inclusive as ankle boots. Só não serve sobre tênis ou sapatos mais volumosos, óbvio, e isso está escrito no site, além de explicar que dá pra ser usada com saltos de qualquer tipo e tamanho. Se você quiser comprar a sua, o site da marca explica direitinho como você tem que medir e calcular o número certo para o seu pé, tendo como base o número de sapato americano. Você tem que comprar a Shuella do número do seu sapato, e não um número maior, porque o design da botinha já conta com essa folga.

 

Nunca mais tenha seus sapatinhos queridos estragados pela chuva! Clica aqui pra comprar sua Shuella!

 

 

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